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Oficina virtual apresenta ações do projeto Paisagens Rurais

As ações do projeto Paisagens Rurais foram apresentadas, na quarta (28), durante uma oficina online de monitoramento promovida pelo Programa de Investimento Florestal (FIP) no Brasil.

O Paisagens Rurais vai beneficiar quatro mil propriedades rurais do bioma Cerrado nos estados da Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins, com Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) gratuita do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

Está prevista a contratação de 200 técnicos de campo. Desse total, 70 profissionais já foram contratados, participaram de treinamentos e iniciaram as atividades de acompanhamento técnico e gerencial.

Para o assessor técnico do Senar, Rafael Diego Costa, a experiência do Senar no desenvolvimento do projeto ABC Cerrado para a transferência de tecnologias de baixa emissão de carbono contribuirá para a execução dessa nova iniciativa.  

“Em projetos como esses é importante programar etapas de validação em campo para que os produtores rurais absorvam o conhecimento e coloquem em prática a adoção de tecnologias para o desenvolvimento rural da paisagem”, destacou.

A agência de cooperação técnica alemã GIZ é a responsável pelo gerenciamento do projeto, que prevê a adoção de práticas de conservação e recuperação ambiental produtiva em sete mil hectares, além do uso de tecnologias de baixa emissão de carbono em mais 100 mil hectares.

O assessor técnico da instituição, Adolfo Dalla Pria, destaca o apoio à regularização ambiental de imóveis rurais para incentivar uma gestão integrada na paisagem e gerar impactos positivos no fluxo hidrológico.

“Os trabalhos de assistência técnica e gerencial estão sendo orientados para atender as áreas de bacias identificadas e priorizadas para a recuperação de pastagens e de vegetação nativa”, ressaltou.

Sobre o Paisagens Rurais

O projeto Paisagens Rurais é financiado com recursos do Programa de Investimento Florestal (FIP em inglês) que são gerenciados pelo Banco Mundial. A coordenação é do Serviço Florestal Brasileiro e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com parceria da Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ), Senar, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI), por meio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e Embrapa.

Assessoria de Comunicação CNA

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